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Cícero diz que liberou correligionários para votar em quem quisessem, mas vai lutar para convencê-los a votar em Cássio



O senador Cícero Lucena (PSDB), que declarou seu apoio à candidatura de Cássio Cunha Lima (PSDB) ao governo do Estado na última sexta-feira (17) revelou que não se importa se pessoas próximas a ele declararam apoio à candidatura de Ricardo Coutinho (PSB) à reeleição.

“Minha formação é democrática. Quando emiti a nota dizendo que as pessoas estavam liberadas para apoiar quem quisessem, não fiz isso da boca para fora, mas imbuído de um sentimento democrático”, declarou Cícero.

Ele ainda disse que lutará para conquistar os apoios destas pessoas para a candidatura tucana.“Vou tentar conquista-los, convence-los. Temos a melhor candidatura e uma oportunidade de ouro nas mãos de termos um governo federal e um governo estadual alinhados”, disse.




João Thiago

Adriano passará quatro dias na França para decidir se quer jogar em time da Segundona


O atacante Adriano "Imperador" passará quatro dias na França para decidir se vai aceitar a proposta de defender o Le Havre, equipe da Ligue 2, a segunda divisão francesa. A informação é do dono do time, Christophe Maillol, ao ESPN.com.br.

"Adriano tem chegada confirmada aqui no dia 31 de outubrio. Ficará aqui por quatro dias até tomar uma decisão", disse o cartola.

Neste período, o ex-jogador de Flamengo e Inter de Milão irá conhecer as instalações do clube, que ocupa a 6ª colocação da Segundona, e decidir se quer se arriscar no projeto.

Nos quatro dias que ficará na França, ele poderá conhecer mais sobre a história do Le Havre, equipe mais antiga do país (foi fundada em 1872), e também o moderno Stade Océane, com capacidade para 25 mil pessoas, onde o time manda suas partidas.

O projeto montado para o "Imperador" começaria imediatamente. A equipe quer lhe oferecer um contrato de seis meses, mas o atacante só poderia entrar em campo a partir de janeiro, quando se abre a janela de transferências. Antes, ele passaria novembro e dezembro treinando para recuperar a forma física.

Com passagens também por Fiorentina, Parma, São Paulo, Roma, Corinthians e seleção brasileira, Adriano teve como último clube o Atlético-PR, do qual saiu em abril deste ano.

Redação com msn

Vítima de homofobia, ator do Nós do Morro é agredido com soco no olho



O ator Max do Nascimento Andrade, do grupo Nós do Morro, foi vítima de homofobia no último domingo (19). Ao deixar uma festa voltada ao público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), o rapaz foi surpreendido por um estranho que o abordou e o xingou de "viadinho". Logo depois, o estranho lhe deu um soco no olho esquerdo.

“Foi totalmente gratuito. Eu nunca tinha visto esse homem. Levei um baita susto. Depois do soco, caí e meus amigos vieram me ajudar. Quando eles olharam para cima novamente, o sujeito tinha sumido”, explicou Max, que também é conhecido como Maxie Maya, ao jornal “Extra”.

O ator registrou a agressão na 5ª DP (Lapa) e está passando por exames para saber se terá sequelas, já que sua visão está comprometida. “Passei o domingo chorando e, desde então, não consigo sair sozinho de casa. Estou muito assustado. Nunca fui vítima de preconceito, nem verbal. O que aconteceu me machucou demais, além do físico.”

O jovem ainda destacou que a violência fez com que ele tivesse um prejuízo profissional. Esta semana ele gravaria um vídeobook para entregar a uma diretora. “Fiz uma foto minha e mandei para ela. Falei que não poderia fazer o vídeobook porque meu rosto estava daquele jeito.”

msn

Ex-presidiário é assassinado em via pública na manhã desta segunda-feira em Santa Rita



Um ex-presidiário de 22 anos foi morto por volta das 9h40 da manhã desta segunda-feira (20) na Rua Senador Francisco Tito, no Alto das Populares em Santa Rita. Segundo a Polícia, o homem agonizou durante algum tempo, mas veio a óbito antes da chegada da Samu.

Jackson Abel do Nascimento foi solto do presídio há 30 dias e cumpriu pena por tráfico de drogas. Segundo informações, dois homens a pé se aproximaram de Jackson e efetuaram vários disparos.


Pedro Callado / Washington Luiz

Por que o debate eleitoral acaba caindo no ‘Fla x Flu’?



Se o debate entre os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) no último domingo foi mais “ameno” do que os encontros anteriores, o clima entre as campanhas e entre os eleitores que apoiam o tucano e a petista está longe de ser tranquilo.

Além das trocas de acusações e do bate-boca que caracterizaram os dois primeiros debates televisionados, confrontos entre “aecistas” e “dilmistas” são frequentes nas redes sociais e relatos publicados pela imprensa e por internautas dão conta inclusive de agressões verbais e físicas entre partidários das duas candidaturas.

O ambiente inflamado das campanhas também levou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a suspender, na última semana, propagandas de Aécio e Dilma que traziam ataques e acusações. Como justificativa para uma das suspensões, o ministro Tarcísio Vieira, do TSE, afirmou que as propagandas deveriam se focar em “ideias” e não em “pirotecnias”.




Mas por que o ambiente da disputa eleitoral está tão polarizado? Este é um fenômeno apenas brasileiro?

Na opinião de Felipe Nunes dos Santos, professor de Ciência Política na Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) e estudioso de instituições políticas na América Latina, parte do clima de “Fla x Flu” deve-se ao fato de que um ponto crucial nesta eleição não é o apelo da presidente ou de seu opositor, mas, sim, qual dos dois terá a menor rejeição.

"A estratégia não é só atrair voto, mas tirar voto do outro lado", diz Santos.

Além disso, de acordo com o pesquisador, o fato de o segundo turno limitar as opções dos eleitores a apenas dois candidatos incentiva ainda mais a polarização.

"Vemos isso na internet, nas conversas, nos grupos de pesquisa de opinião: com os resultados da votação sendo mais apertados, as pessoas vão cada vez mais aos polos (do espectro político) para se diferenciar (do outro polo), sem querer dialogar com ele."
DisputaEmbate eleitoral tende a se reproduzir nas discussões entre as pessoas e nas redes sociais

Na visão de Helcimara Telles, que lidera um grupo de estudos de opinião pública na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), essa polarização deriva do fato de PT e PSDB estarem se enfrentando pela Presidência pela sexta vez consecutiva.

"O que orienta a escolha é a ideologia, mas também o voto contra."

O fato de as eleições estarem tão competitivas – algo que não parecia provável meses atrás, quando Dilma estava na dianteira – também contribui para a polarização, diz Harold Trinkunas, analista de América Latina do Instituto Brookings (EUA).

"Essa competitividade gera uma resposta emocional maior", afirma. "E trata-se também do reflexo do momento do país: vocês estão chegando em um ponto em que um modelo de inclusão social está chegando a seus limites naturais. O crescimento econômico será mais difícil. As pessoas respondem a isso."



Outros países

Ainda que muitos acreditem que a "baixaria" nos embates políticos seja um fenômeno brasileiro, segundo especialistas, o cenário não é diferente em outros países onde há uma característica de bipartidarismo.

"Nos Estados Unidos, os candidatos usam muito mais ataques do que aqui, porque muitos eleitores já têm seu voto consolidado em um dos dois partidos (Republicano ou Democrata) e menos desses votantes são voláteis", explica Telles. "Daí, o desafio não é convencer os eleitores a deixar sua ideologia, mas, sim, a duvidar da capacidade de um candidato específico de governar o país."

Países europeus como Reino Unido e Espanha também têm uma polarização bipartidária que oscilou ao longo da história.

No Reino Unido, debates semanais no Parlamento entre o premiê e o líder da oposição, além de encontros frequentes entre secretários e oposicionistas, ajudam a criar no país uma cultura de discussões políticas. Mas, mesmo lá, os eleitores têm dificuldade em discutir detalhes de cada plataforma, explica Anthony Pereira, diretor do Brazil Institute no King's College, em Londres.

"Acho que (o debate no Brasil) decaiu um pouco para caricaturas. Seria bom se houvesse mais detalhamento de programas para que as pessoas pudessem analisá-los", aponta. "Mas mesmo quando partidos publicam plataformas bastante detalhadas, como no sistema britânico, as pessoas não olham a fundo e tendem a se deter em superficialidades nos debates."
Show

A divisão estilo "Fla x Flu" também é vista claramente em vários países latino-americanos, ainda que com outras características, afirma Santos.

"Em muitos deles, a dualidade do debate é mais centrado em pessoas – Hugo Chávez na Venezuela, Perón na Argentina e Evo Morales na Bolívia – do que em partidos", diz ele. "Já no Chile e no Uruguai temos uma polarização de esquerda e direita mais clara, em que as pessoas votam no partido."


É preciso entender que o debate de campanha às vezes é um grande show, no qual o candidato tem que saber chegar a públicos muito diferentesLeticia Ruiz, professora da Universidade Complutense de Madri,

"É preciso entender que o debate de campanha às vezes é um grande show, no qual o candidato tem que saber chegar a públicos muito diferentes", disse à BBC Brasil Leticia Ruiz, professora do Departamento de Ciência Política da Universidade Complutense de Madri, que estuda política latino-americana.

"Há os públicos que votam em você por suas propostas, pelo seu partido, pelo seu carisma ou porque você parece melhor que o outro - por eliminação, não tanto por escolha."

Mas para Trinkunas, do Brookings, a polarização no Brasil não tem implicações tão graves quanto em outros países. "O país tem hoje instituições sólidas. Não é algo tão difícil de lidar quanto na Venezuela, onde a polarização é grande e as instituições são mais fracas para lidar com ela."



Avançamos?

Mas será que o debate eleitoral evoluiu juntamente com a melhora dos indicadores socioeconômicos do Brasil?

"Em parte sim, em parte não", opina Telles. "Nas eleições de 1989, não tínhamos como comparar os partidos, e a experiência que temos agora nos dá mais informação."

Por outro lado, diz a professora da UFMG, os candidatos continuam martelando acusações mútuas de corrupção, sem que o país até agora tenha tomado alguma medida que tenha eliminado de vez o problema.

"A corrupção acaba sendo tratada pelos candidatos como uma questão moral, em vez de institucional", diz a especialista . "(Na ausência de mudanças institucionais), os candidatos continuarão a levantar bandeiras anticorrupção em vez de discutir propostas e políticas públicas."

Para Felipe Nunes dos Santos, "o debate melhorou, mas talvez de forma diferente do que esperávamos”.


A corrupção acaba sendo tratada pelos candidatos como uma questão moral, em vez de institucional. (Na ausência de mudanças institucionais), os candidatos continuarão a levantar bandeiras anticorrupção em vez de discutir propostas e políticas públicas."Helcimara Telles, que coordena um grupo de pesquisa de opinião na UFMG

“A maioria das pessoas não está discutindo temas técnicos sobre educação e saúde, mas está prestando mais atenção e assumindo seus lados na política. E esse debate mais técnico tampouco acontece em países da Europa ou nos EUA".

Para os Santos e Helcimara Telles, no entanto, há muito espaço para aumentar a qualidade do debate eleitoral do Brasil – e isso passaria por uma reforma política que ampliasse as formas institucionais de combater a corrupção, debatesse o financiamento público de campanha e facilitasse o entendimento das coligações e do voto legislativo pelo eleitor.

"Não é ruim que os eleitores tenham posições firmes (sobre seus candidatos), o ruim é que o processo eleitoral dificulte o entendimento de como funcionam os partidos", diz Santos.

"(Uma reforma) permitiria que falássemos de ideias partidárias maiores do que a mera diferenciação dos candidatos por sua imagem pessoal."

BBC Brasil

Chuva de meteoros do Cometa Halley passa pela Terra nesta segunda (20)



Um fenômeno astronômico está marcado para iluminar o céu da Terra na próxima semana. A partir desta segunda-feira (20) uma chuva de meteoros do Cometa Halley passará próximo do nosso planeta e poderão ser vistos a olho nu nos locais com poucas nuvens e poluição.

De acordo com Daniela Lazzaro, pesquisadora e professora do Observatório Nacional do Rio de Janeiro, a chuva de meteoros é um evento que acontece duas vezes por ano, mesmo que o Cometa Halley só passe próximo da Terra a cada 75 anos.

— O que acontece todo ano, entre os dias 20 e 22 de outubro, é que a Terra atravessa a região onde passou o cometa em suas órbitas anteriores. Isso produz a chuva de meteoros Orionídeos, associada ao Cometa Halley.

A passagem do Cometa Halley em 1986 fez com que corpo celeste se desfragmentasse por conta do alto calor e deixasse para trás centenas de pequenos meteoros, que orbitam em áreas próximas a Terra.

Passeio de astronautas do lado de fora da nave é destaque na semana de astronomia

O astrônomo Marcos Calil explica como esse fenômeno poderá ser visto pelas pessoas.

— Todo cometa quando está numa distância semelhante ao Sol começa a receber calor, e isso causa perda de matéria. Essa matéria fica suspensa no espaço. O atrito da atmosfera com esses materiais causam os rastros luminosos que vemos no céu, que são os chamados meteoros. Temos então as chuvas de meteoros, que dito no popular são as estrelas cadentes.

Segundo as previsões feitas pelos observatórios do País, o melhor horário para visualizar a chuva de meteoros será na madrugada do dia 21 de outubro, entre as 2h e 4h, mas será possível ver resquícios da chuva até o dia 22.

Fenômeno acontecerá em uma altura de 80 a 100 km em relação à superfícieReuters

Efeitos na Terra

Apesar de serem vistas a olho nu, sem a necessidade do uso de aparelhos astronômicos, a chuva de meteoros não causará nenhum efeito prejudicial para a Terra. Os corpos celestes passarão pelo céu a uma altura em torno de 80 a 100 km em relação à superfície da Terra.

Na última quarta-feira (15) por volta das 22h em Recife, um clarão no céu repentino assustou os moradores. De acordo com Calil, a luz se tratava de um bólido, um meteoro que conseguiu entrar na atmosfera terrestre e entrou em combustão.

Especula-se que ele seja oriundo dos meteoros Orionídeos, os que passarão próximo da Terra na próxima semana, mas mesmo os bólidos raramente causam algum tipo de dano na superfície.

Cometa Halley

O Cometa Halley é um cometa que passa nas regiões do Sistema Solar próximas da Terra a cada 75 anos. Ele foi o primeiro corpo celeste a ser reconhecido como periódico e foi descoberto pelo astrônomo e matemático Edmond Halley em 1696.

Halley percebeu que as descrições de um cometa visto em 1682 eram idênticas aos registros feitos de cometas que também haviam passado pela Terra em 1531 e 1607. Ele percebeu que todos eram na verdade o mesmo corpo e previu que ele poderia ser visto novamente em 1758, previsão que se comprovou correta.

A última aparição do Halley foi em 1986, e a previsão é de que ele esteja de volta ao céu terrestre em 28 de julho 2061.

De acordo com Marcos Voelzke, professor titular da Unicsul (Universidade Cruzeiro do Sul), o cometa Halley é o mais estudado entre todos os cometas conhecidos.

— Como o Halley tem um período de 76 anos, ele é considerado o cometa de uma vida, dado que poucos seres humanos o veem duas vezes.

Voelzke explica que se acredita que os cometas sejam conterrâneos da Terra Primitiva, tendo, portanto, cerca de 3,4 bilhões de anos. Bilhões deles se situam no Cinturão de Kuiper, localizado a cerca de 40 a 100 U.A. (Unidades astronômicas do Sol que equivalem, cada uma a 150 milhões de quilômetros). Segundo o professor da Unicsul acredita-se que lá também seja a origem do cometa Halley.

* Colaborou Amanda Martins e Isabella Santoro, estagiárias do R7

Veja lista de famosas com tatuagens em locais estratégicos

Esta semana, Bruna Linzmeyer chamou atenção ao aparecer na praia com uma tatuagem inusitada no cóccix. Em entrevista ao EXTRA, no entanto, a assessoria da atriz informa que a seta acima do bumbum não é definitiva e foi feita especialmente para o filme "A frente fria que a chuva traz", de Neville D'Almeida. Diferentemente de Bruna, outras famosas apostaram em tatuagens definitivas em locais estratégicos. Veja lista com 12 famosas que têm tattoos escondidas.
As tatuagens de Angelina Jolie, cheias de significado, dão o que falar na imprensa internacional. Além dos escritos para a família, como o "H" do pulso em homenagem a seu irmão James Haven, e as coordenadas com os locais de nascimento dos seus seis filhos, a atriz carrega duas frases e um desenho que nem sempre aparecem. A primeira é a citação "Quod me nutrit me destruit", em latim, que significa "aquilo que me nutre também me destrói", abaixo do umbigo; a outra é o nome Whiskey Bravo, o nome militar de Brad Pitt; e o dragão que vai até o cóccix e depois foi coberto por uma cruz:
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A tenista russa Anna Kournikova, mulher de Enrique Iglesias, também escolheu o cóccix para sua tatuagem. A loira tem estrelas e um sol na região.
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Andressa Urach, que já tem um terço no ombro e uma bomba no pulso, investiu num desenho floral extenso da cocha até o cóccix, passando pelo bumbum.
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Babi Rossi, que já tem uma frase no antebraço igual à de sua irmã ("Para a vida inteira, Maninha), também tatuou flores e pequenas borboletas na altura do quadril, da coxa e até a parte superior do abdome.
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Britney Spears só exibe as suas tattoos quando veste biquínis. A cantora tem uma flor na virilha direita e uma cruz na esquerda.
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O tribal de Carol Castro é marcante no visual da atriz. O desenho abaixo do umbigo chama atenção nas fotos da morena de biquíni, como a que ela compartilhou em seu Instagram num ensaio ao lado do estilista Amir Slama.
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A modelo e cantora britânica Cheryl Cole surpreendeu com a ousadia e escolheu flores vermelhas e rosa para cobrir a região do cóccix e todo o bumbum. Para satisfazer a curiosidade dos fãs, ela contou em seu Twitter o que a motivou a aderir à arte, que levou mais de 15 horas para ficar pronta e custou R$ 950 a hora de trabalho do profissional Nikko Hurtado:
"Depois que fiquei doente e sofri com malária, criei uma lista de desejos, e a tatuagem estava entre os itens."
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Cleo Pires é outra superadepta da arte para adornar a pele. Com mais de dez tatuagens, uma das maiores é um desenho no cóccix. A filha de Gloria Pires também tem outra tattoo na região genital, que mostrou em seu ensaio para a "Playboy", em agosto de 2010.
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Foi na mesma revista masculina que Jessika Alves mostrou uma borboleta discreta na altura da virilha.
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Rihanna é outra rainha das tatuagens. Com 20 desenhos pelo corpo, a cantora tem um escrito na nádega esquerda e uma egípcia alada abaixo dos seios.
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Xuxa também escolheu o cóccix, mas dispensou as tribais e as flores. A apresentadora optou por um golfinho para enfeitar a região.
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Yasmin Brunet exibe as rosas que tem na região glútea quando vai à praia:
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Na última sexta-feira, Eliana surpreendeu a todos ao mostrar parte de sua tatuagem acima do bumbum. Enquanto malhava, ela deixou aparecer sua tribal.
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Fonte: Com Informações do Extra
Publicado Por: Karine Santana
Extra 

Dilma e Aécio trocam agressividade por guerra de números em penúltimo debate



Dilma Rousseff, presidente e candidata à reeleição pelo PT, e Aécio Neves, presidenciável do PSDB, participaram neste domingo (19) do penúltimo debate antes do segundo turno das eleições presidenciais. O tom foi bem menos beligerante do que nos dois confrontos anteriores, apresentados pelo SBT e pela Band. Em vez de ataques diretos, os dois fizeram uma guerra de números, citados numa frequencia capaz de confundir os eleitores que estavam à frente da televisão.

Feita por Dilma, a primeira pergunta do debate foi sobre pequenos e médios empreendedores. “Meu governo deu um forte apoio ao microempreededor individual e à microempresa que, juntos, correspondem a 40% dos negócios no País. Reduzimos impostos e formalizamos a situação”, disse a presidente. Em sua resposta, o tucano ressaltou que legislação do Simples foi criada no governo do tucano Fernando Henrique Cardoso (FHC) na Presidência.




“Nossa posição é a mesma que tivemos quando o criamos, no governo FHC. O que nós queremos é continuar ampliando o acesso ao micro-empresário”, argumentou Aécio.
A Rede Record realizou na noite deste domingo (19) o terceiro debate presidencial do segundo turno da eleições . Foto: Reprodução

O debate entre eles se tornou mais combativo quando Aécio disse que o Brasil vive uma crise econômica, com aumento da inflação. “Eu a convido a debater o presente. Por que a indústria está demitindo 100 pessoas por dia em São Paulo? Por que a indústria está sucateada? Por que tivemos nos últimos seis meses os piores meses da década com relação à geração de emprego?”, questionou o tucano.




Dilma respondeu citando a proposta da equipe econômica do tucano de ter uma meta de inflação de 3% ao mês, o que segundo ela levaria o nível de desemprego e taxa de juros no País. "Eu tenho certeza que a inflação está sobre controle e isto é inequívoco", afirmou a petista.

Petrobras volta ao debate

As denúncias de corrupção da Petrobras voltaram a ser tema de confronto entre os dois adversários pela Presidência quando Aécio trouxe o tema à tona.

"Agora a senhora finalmente reconhece que houve desvios na Petrobrás. João Vaccari Neto continuará como tesoureiro do PT e no Conselho da Usina de Itaipu?”, provocou o tucano. Como nos debates anteriores, Dilma voltou a dizer que o caso só está sendo investigado porque os governos petistas fortaleceram instituições como a Polícia Federal e Ministério Público.

Dilma ainda acusou o governo FHC de engavetar denúncias de corrupção. “O senhor confia em todos aqueles que, segundo as mesmas fontes que acusam o Vaccari, dizem que o presidente do seu partido, que infelizmente está morto, recebeu propina? Na última vez que denunciaram pessoas do seu partido sobre o cartel do Metrô, o senhor disse não acreditar em delatores. Eu faço diferente. Eu preciso saber quem foi e quanto recebeu”, argumentou a petista.

IG

Correios afirma que atendimento em agência de Alhandra já está normal e em 60 dias a reforma será concluída

Correios afirma que atendimento em agência de Alhandra já está normal e em 60 dias a reforma será concluída

Mano terá que reduzir salário de R$ 600 mil se quiser continuar no Corinthians



Está cada vez mais difícil a permanência de Mano Menezes no Corinthians. Após o presidente do clube, Mário Gobbi, dizer que não irá renovar com o treinador para não se comprometer com a nova diretoria, que assume em fevereiro, a fritura do técnico ganhou mais um capítulo.



Os dirigentes acenaram com a “possibilidade” de renovar caso o treinador aceite uma redução de seu salário, atualmente avaliado em R$ 600 mil. Essa é mais uma maneira de expor o técnico a se eximir de responsabilidades , como tem sido comum no futebol brasileiro.

A proposta inclusive contraria a CLT, que proíbe um trabalhador de ter seus salários diminuídos. Mano ainda não conseguiu fazer o Corinthians, que ocupa a sexta colocação no brasileiro, decolar, mas vê este fim de temporada como uma chance dele abrir portas em outros clubes.

Fluminense e Atlético-MG são duas equipes que estariam interessadas no treinador. Ele tem deixado para o seu empresário Carlos Leite as conversações sobre o seu futuro.

Mesmo com um bom trânsito entre os diretores do clube, Mano não tem recebido o respaldo necessário. O provável candidato da situação, Roberto Andrade, tem clara preferência por Tite. A decisão de Gobbi de lavar as mãos tem como objetivo não desagradar seu possível sucessor.

Sem a simpatia da torcida e desprestigiado pelos dirigentes, Mano Menezes se prepara para ingressar em uma nova etapa em sua carreira. Redução salarial ele poderá até ter em outro clube, mas dificilmente aceitará tal condição no Corinthians.

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